A Fisioterapia Pélvica ajuda a ter um parto mais rápido?
- Ilithia Fisioterapia
- 19 de ago.
- 2 min de leitura

Talvez essa seja a dúvida da maior parte das gestantes que iniciam na Fisioterapia Pélvica. Para responder a essa pergunta vamos entender as fases do trabalho de parto! Período Pré-parto / Latência
Contrações irregulares no início, depois mais ritmadas.
Amolecimento, apagamento e início da dilatação do colo do útero (até 3-4 cm).
Pode durar horas ou até dias, principalmente em primíparas (primeira gestação) - Aqui a fisioterapia te auxilia com mobilidade pélvica que auxilia na descida do bebê, com posturar que favoreçam o apagamento do colo uterino e propiciam a dilatação.
Primeira fase – Dilatação
É dividida em duas partes:
Fase Latente: dilatação do colo até cerca de 4-5 cm, contrações mais regulares.
Fase Ativa: dilatação rápida e progressiva até 10 cm, contrações fortes e frequentes.
- É quando a mulher precisa de suporte para conforto, respiração e posicionamentos. E nas sessões de fisioterapia você aprende técnicas de respiração e movimento que vão aliviar a dor e propiciar um parto mais consciente.
Segunda fase – Expulsivo
Vai do momento em que o colo atinge 10 cm de dilatação até a saída do bebê.
Envolve os puxos (força da gestante associada às contrações).
Duração média: 30 min a 2h em primíparas, menos em multíparas. - Posicionamento, treino expulsivo e técnicas de respiração aprendidas na Fisioterapia são ferramentas que permitem a parturiente a se sentir mais segura nessa fase final do trabalho de parto.
A presença da fisioterapia pélvica no pré-natal e no parto representa não apenas cuidado físico, mas também apoio emocional, trazendo à mulher protagonismo no nascimento do seu bebê. É possível que o parto seja sentido de forma fluida e até mais rápida quando essa mulher entende o que está passando e conhece seu corpo, utilizando-o para alcançar o protagonismo desse momento mágico.
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